terça-feira, 29 de junho de 2010

Recentemente temos vindo a fazer um esforço para aumentar o leque de consumidores do biólogico e  por isso, temos feito várias análises e experiências concretas em 3 eixos principais.

  1. Redução de energia e custos de entrega, optimizando as rotas e percursos, assim como a organização da distribuição da entrega dos cabazes, permitindo deste modo reduzir ainda mais a pegada ecológica, tanto dos consumidores/clientes como a nossa.

  2. Sendo também produtores, estamos a implementar um sistema experimental nas nossas culturas, em que através de algumas técnicas (cobertura de solos para evitar a disseminação de infestantes, rega gota-a-gota automática, trabalho em fertilização de solos em orgânico e finalmente a especial consociação de culturas para prevenção de pragas e doenças), estamos a conseguir colheitas com muito baixa manutenção, o que permite reduzir custos. Os resultados estão a ser excelentes, tanto nos meios como nos vegetais produzidos.

  3. Análises de mercado, tanto no biológico como no convencional, em que as conclusões foram surpreendentes até para nós. Existe a ideia que os vegetais e frutas biológicos são mais caros, no entanto, a nossa conclusão é exactamente contrária a esta ideia. Verificámos que de um modo geral, se tivermos em consideração os produtos normalizados (aqueles muito grandes e de aspecto luzidío, todos iguaizinhos) estão mais caros que os biológicos, sobretudo se se optar por produtos da época.
Esta análise foi feita por comparação de preços com grandes superfícies e também de frutarias de bairro Excepção feita a novas frutarias chinesas que conseguem preços mesmo muito baixos.
Esta análise tem unicamente em conta o preço, pois pela qualidade nutritritiva, de paladar e ambiental, muito mais pode ser dito (e diremos em breve).

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